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Dois meses de greve dos TAE: como estamos? | 06 de maio de 2026 | Fala SINTET-UFU

  • há 1 dia
  • 3 min de leitura

PROGRAMA FM UNIVERSITÁRIA –  06 de maio de 2026


FALA SINTET-UFU - Dois meses de greve dos TAE: como estamos?


(Raissa) Olá, companheiras e companheiros, aqui é Raissa Dantas, e neste Fala Sintet-UFU nós recebemos o servidor Técnico em Assuntos Educacionais na Eseba, Marcos Campos, que vai comentar um pouco sobre o acúmulo do Comando Local de Greve sobre esses dois meses do movimento paredista na UFU. Marcos é graduado em Ciências Sociais e Pedagogia, doutorando em Educação pela UFU e atua na área da educação especial na Eseba. Seja bem-vindo, Marcos. Sintonize suas lutas! 


(Marcos) Olá, Raissa. Obrigado pelo convite pra participar aqui de mais um Fala SINTET. E hoje eu tô aqui para falar sobre a questão dos dois meses de greve. A nossa greve a nível de UFU vai completar 2 meses no dia 9 de maio e a nível nacional completou 2 meses no último dia 23 de abril. Eu gostaria de dividir minha fala em dois momentos: primeiro analise da greve a nível nacional e depois do análise da greve a nível local.


A nível nacional nós passamos por um momento complexo uma conjuntura complicada onde desde o início da greve o movimento sindical aqui da UFU já alertava para as dificuldades da conjuntura nesse ano, que é um ano eleitoral, um ano complexo e a gente apontava de que a correlação de forças não era favorável a nós como foi na greve de 2024, e isso se reflete no cenário que a gente está vivenciando no Comando Nacional de Greve, onde uma greve que já tem mais de dois meses ainda não conseguiu um processo de negociação, abertura de uma mesa de negociação com o governo federal. Então isso é muito complicado e a gente tem pautado inclusive já intensificou o seu movimento de enviar uma quantidade maior de delegados a Brasília justamente por ter uma noção de responsabilidade de que é necessário garantir esse processo de negociação. Nós temos pautado isso primeiro de que o movimento a nível nacional precisa iniciar o processo de negociação com o governo federal, principalmente na figura do MGI, do Ministério da Gestão e Inovação, e além disso é necessário elencar pautas prioritárias. 


Nós não somos da turma de que é tudo ou nada ou de que pretende ficar em greve ad aeternum. É importante ter pausas para que a gente consiga negociar e obter vitória nessas pautas, isso já seja um motivo suficiente para a gente pensar num desfecho e encaminhamento dessa greve, onde nós temos elencados principalmente a questão da publicação do decreto do RSC, que está parado no MGI e até agora a gente não vê nenhuma movimentação de avançar de mandar esse decreto para Casa Civil, para que ele seja publicado e que seja um decreto que seja de acordo com que saiu do MEC, que o MGI não faça modificações. A questão das 30 horas, de devolver essa pausa para o MEC para que comecem os estudos de viabilidade, pelo menos isso e também a extensão dos direitos para os aposentados, pelo menos pensar a questão da aceleração para os aposentados. Então isso é importante, estamos trabalhando e construindo nesse sentido até reunimos recentemente com a Deputada Federal Dandara para explicar isso e ela está fazendo o diálogo também com a Ministra Esther para que a gente consiga efetivar e superar essa complexidade e dificuldade da conjuntura nacional.


Na questão local a maneira como a greve tem caminhado, até pela postura de unidade a capacidade organizativa e responsabilidade do movimento sindical na UFU, tem avançado de maneira muito melhor. Nós estamos conseguindo avançar na conquista de pautas locais a gente já gravou algum Fala SINTET sobre isso também, mas eu gostaria de citar a questão da pauta da ADS, que está para ser aprovado a resolução do CONDIR, onde vai garantir esse direito e que seja algo que seja benéfico para os técnicos da UFU. É claro que a gente precisa se mobilizar em relação a isso. A política de combate ao assédio que a gente precisa garantir que isso seja votado no CONSUN. A última reunião nós não tivemos quórum, então a gente precisa avançar nessa questão. A portaria dos técnicos ministrarem aula na pós-graduação, que nós conseguimos a publicação dessa portaria e melhorou muito para nossa categoria, ou seja, através do diálogo, da mobilização, da unidade, da responsabilidade o nosso movimento tem avançado e tem sido vitorioso na greve aqui localmente. 


Então é necessário combinar esses dois movimentos para que a partir de agora a gente pense na reta final do nosso movimento grevista e que ele sai do movimento vitorioso e que seja benéfico para todos. Um grande abraço.


(Raissa) Muito obrigado pela participação, Marcos. E esse foi o Fala SINTET-UFU dessa semana. Um ótimo dia a todas e todos e até o próximo programa.

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