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Carta do CLG SINTET-UFU para o CNG Fasubra | 29 de abril de 2026 | Fala SINTET-UFU

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  • 3 min de leitura

PROGRAMA FM UNIVERSITÁRIA –  29 de abril de 2026


FALA SINTET-UFU - Carta do CLG SINTET-UFU para o CNG Fasubra


(Raissa) Olá, companheiras e companheiros, aqui é Raissa Dantas, e neste Fala Sintet-UFU nós recebemos a Técnica em Assuntos Educacionais na UFU, Maria Cristina Sagário, que é servidora da biblioteca, membro do Conselho Universitário e participante do Comando Local de Greve. Cris é Doutora em Educação, mestre em História Social e graduada em Pedagogia e hoje conversa com a gente sobre a atuação do CLG da UFU com relação ao Comando Nacional de Greve da Fasubra e, em especial, nos apresenta uma carta formulada e endereçada ao CNG com questionamentos e orientações sobre a greve. Seja bem-vinda, Cris. Sintonize suas lutas!


(Cris) Olá, pessoal! Eu sou a Cris, eu sou uma trabalhadora aqui da Universidade Federal de Uberlândia, eu sou uma pesquisadora das histórias, sou contadora de história, mas me interesso principalmente pelas histórias que acontecem na vida real. Uma dessas histórias que está acontecendo na vida real é a história que trata da nossa luta para que o governo venha a cumprir o acordo que fez conosco em 2024. De lá para cá, ele cumpriu algumas coisas, mas outras coisas ficaram ainda sem serem totalmente contempladas. Para tanto, nós, do Comando Local de Greve, fizemos uma carta que será enviada à Fasubra e ao Comando Nacional de Greve, cobrando destes alguns posicionamentos. A carta diz assim:


Carta do Comando Local de Greve – SINTET-UFU à FASUBRA e ao Comando Nacional de Greve (CNG)


O Comando Local de Greve (CLG) do SINTET-UFU, através da sua assembleia de base realizada no dia 28 de abril de 2026, dirige-se ao Comando Nacional de Greve (CNG) e às entidades da base da FASUBRA para manifestar sua preocupação com os rumos do movimento paredista, que já ultrapassa dois meses sem avanços concretos nas negociações em nível nacional.


Reiteramos, conforme já expresso em nossa carta anterior, que a força da greve reside na unidade de ação, na clareza dos objetivos e na centralidade da pauta já pactuada: o cumprimento integral do acordo firmado em 2024. Nesse sentido, entendemos que este não é o momento de dispersão com a incorporação de novas demandas, mas de intensificação da pressão sobre o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), o Ministério da Educação (MEC) e o Governo Federal, visando a retomada efetiva das negociações.


Diante disso, solicitamos ao CNG:


a) Que fortaleça a unidade de ação no âmbito do CNG, assegurando a construção coletiva de objetivos claros, precisos e amplamente compartilhados com a base;


b) Que organize e publicize uma agenda semanal de atividades e mobilizações, com transparência, planejamento e definição de metas, nos moldes das experiências locais, como a desenvolvida pelo CLG/SINTET-UFU;


c) Que explicite, de forma objetiva, as perspectivas da greve, indicando seus possíveis rumos, estratégias e desdobramentos; bem como elenque os pontos prioritários a serem tratados no processo de negociação com o governo federal, de modo a vislumbrar um possível desfecho para o movimento.


d) Que reforce a pauta da jornada de trabalho de 30 horas semanais para toda categoria, com a retomada imediata do debate no MEC, retirando-a da esfera do MGI e recolocando-a em seu devido campo de discussão; exigindo que o MEC inicie os estudos de viabilidade para a implementação da mesma.


e) Que atue junto aos órgãos competentes para solucionar as inconsistências nos dados do imposto de renda, que têm gerado prejuízos concretos aos servidores técnico-administrativos, principalmente os aposentados.


Reafirmamos, ainda, a necessidade de intensificar a pressão política e social, ampliando a visibilidade do movimento e garantindo que o Governo Federal avance no atendimento das reivindicações já estabelecidas, incluindo a implementação do RSC, sua regulamentação e a garantia de direitos aos aposentados.


Orientamos e exigimos do CNG que avaliações de conjuntura, análises da greve ou quaisquer outras orientações encaminhadas às bases por meio do IG sejam previamente construídas, debatidas e aprovadas pelo pleno do Comando Nacional de Greve. Não consideramos adequado que circulem nos IGs opiniões ou leituras de coletivos que compõem a direção ou o próprio CNG de forma isolada. Entendemos que o espaço legítimo para que os coletivos apresentem e defendam suas posições políticas é o Confasubra, e não durante um momento de greve que envolve toda a categoria.


Por fim, destacamos que uma greve forte exige orientações claras, coesão política e compromisso com resultados concretos. A unidade nacional da categoria é condição indispensável para o êxito do movimento.


Atenciosamente,


Comando Local de Greve – SINTET-UFU


(Raissa) Muito obrigado pela participação, Cris. E esse foi o Fala SINTET-UFU dessa semana. Um ótimo dia a todas e todos e até o próximo programa.

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