Assembleia Geral debate indicativo de greve
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Por Raissa Dantas e Osman Martins
O SINTET-UFU realizou, na tarde desta terça-feira (10), Assembleia Geral Ordinária para debater a conjuntura nacional, a campanha da FASUBRA em defesa dos aposentados e aposentadas, além do indicativo de greve chamado pela Fasubra para o dia 23 de fevereiro de 2026.
No ponto de informes, foi reforçada a campanha nacional pelo abaixo-assinado que solicita a reconsideração da pauta dos aposentados do PCCTAE. A coleta de assinaturas segue em curso, como forma de pressionar o governo a cumprir os compromissos firmados no acordo de greve de 2024.
Na análise de conjuntura, predominou a avaliação de que a correlação de forças atual é desfavorável à deflagração de uma greve vitoriosa para o conjunto da categoria de TAEs. Foi destacado que o cenário político nacional e internacional, somado às mudanças ocorridas desde 2015, impõe novos desafios ao movimento sindical. A compreensão majoritária foi de que uma greve neste momento não alteraria essa conjuntura adversa.
O coordenador do SINTET-UFU, Mário Júnior, apresentou a posição da coordenação colegiada e destacou a importância da participação expressiva da categoria no debate. Ressaltou, contudo, que a coordenação entende que a greve não é, neste momento, o instrumento mais adequado de enfrentamento. Ainda assim, afirmou que, caso a categoria deliberasse pela paralisação, o sindicato mobilizaria toda sua estrutura, inclusive organizando a escalada de greve no HC, para garantir ações contundentes.
Norton Nunes, da coordenação colegiada do sindicato, alertou para o avanço silencioso da Reforma Administrativa no Congresso Nacional e para a estratégia de setores parlamentares que, ao ampliarem seus próprios privilégios e penduricalhos, tentam construir a narrativa de que os servidores públicos “ganham demais”, preparando terreno para novos ataques ao serviço público.
Após amplo debate, a assembleia deliberou pela não aprovação do indicativo de greve para o dia 23, optando pela manutenção do estado de greve e pela convocação de uma nova assembleia para reavaliar a conjuntura após o dia 23 de fevereiro. Além disso, também foi pautado o GT Carreira, com defesa da ampliação do debate aberto sobre o tema e encaminhamentos no sentido de aprofundar as discussões internas, reconhecendo os limites conjunturais para deliberações mais amplas neste momento, a coordenação colegiada firmou o compromisso de convocar a próxima reunião do GT carreira.
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