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TAEs da UFU aprovam adesão à greve nacional a partir de 9 de março

  • há 6 dias
  • 2 min de leitura

Decisão foi tomada por ampla maioria em assembleia com grande participação presencial e virtual; Comando Local de Greve será instalado no Campus Santa Mônica, na próxima segunda-feira, 09 de março, às 09h


Por Osmam Martins


Em assembleia ordinária realizada na tarde de terça-feira, 3 de março de 2026, os servidores técnico-administrativos em educação (TAEs) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) aprovaram, por ampla maioria, a adesão à greve nacional da categoria.


A assembleia ocorreu no anfiteatro do Bloco 3Q do Campus Santa Mônica e contou com grande presença de servidores e servidoras. Também houve ampla participação virtual, por meio da plataforma Google Meet, permitindo que trabalhadores de diferentes unidades e campi UFU acompanhassem e contribuíssem com o debate e recebessem os informes nacionais sobre a mobilização da categoria.


O coordenador do SINTET-UFU, Mário Júnior, fez a leitura do documento encaminhado pela FASUBRA, informando que o Comando Nacional de Greve já está formalizado em Brasília e que o movimento paredista está em funcionamento. O documento, que também reúne as principais demandas da greve dos TAEs, será encaminhado à ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), Esther Dweck.


Segundo o panorama da greve apresentado na assembleia, atualmente 75 instituições federais de ensino já realizaram deliberações sobre a greve. Destas, 41 aprovaram a paralisação, número que passa a 42 com a decisão da categoria na UFU. Outras 18 instituições se posicionaram contra a greve, enquanto 26 ainda não concluíram suas consultas ou assembleias.


A assembleia foi amplamente convocada por toda a coordenação do SINTET-UFU e também pela base da categoria, o que contribuiu para a expressiva participação e reforçou a importância do momento de debate e tomada de decisão coletiva.


Na análise de conjuntura, servidores e servidoras também registraram preocupações com o cenário internacional, especialmente com a escalada de conflitos no Oriente Médio e o aumento da militarização global. A discussão também abordou o contexto político e as condições que envolvem a greve dos TAEs, com diferentes avaliações.


Na discussão sobre a deflagração da greve, diversos trabalhadores da UFU se manifestaram destacando a importância da participação ativa nas atividades do movimento e da unidade da categoria neste momento. Após as intervenções, a proposta de adesão à greve nacional a partir de 9 de março foi aprovada por ampla maioria.


Como último ponto de pauta, a assembleia deliberou sobre o desconto de 1% na folha para a constituição do fundo de greve, que será descontado apenas uma vez. A proposta foi aprovada por unanimidade, e os recursos arrecadados serão destinados ao custeio das atividades do movimento, incluindo a manutenção do comando local de greve, a organização de mobilizações e outras ações ao longo do período de paralisação.


A partir da próxima segunda-feira, 9 de março, com a instalação do comando local de greve às 9h, no Centro de Convivência do Campus Santa Mônica, o SINTET-UFU convoca toda a categoria a participar ativamente das atividades do movimento. 


A presença e o engajamento dos servidores e servidoras TAEs da UFU serão fundamentais para fortalecer a mobilização, ampliar o diálogo com a comunidade universitária e pressionar pelo atendimento das reivindicações. A construção da greve é coletiva, e cada servidor e servidora tem papel decisivo neste momento histórico de defesa dos direitos e da valorização da categoria.


Veja a cobertura fotográfica da Assembleia:




 
 
 
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