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Assembleia Geral de Greve debate avanços locais, mobilização nacional e elege delegadas para o CNG

  • há 13 minutos
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Categoria avaliou os avanços conquistados junto à Reitoria, discutiu a conjuntura da greve, e aprovou representantes dos Coletivos “Unir” e “Lutar e Resistir” para o Comando Nacional de Greve no próximo período


Por Osmam Martins


Em Assembleia Geral de Greve, realizada na tarde desta quinta-feira, dia 18 de junho, no QG do Comando Local de Greve (CLG), Campus Santa Mônica, os técnicos-administrativos em educação da UFU se reuniram para informes, análise de conjuntura, e eleição de delegadas para o Comando Nacional de Greve (CNG), além de definição dos próximos encaminhamentos do movimento.


Nos informes, foram apresentados os resultados das recentes reuniões realizadas com a Reitoria da UFU. Entre os destaques está o diálogo sobre a Avaliação de Desenvolvimento na Carreira (ADS), e o ponto sobre oferta de cursos de capacitação para o exercício de cargos de chefia.


Também foram repassadas informações sobre a reunião realizada no dia 16 de junho com a Superintendência do Hospital de Clínicas da UFU (HC-UFU). Na ocasião, os servidores reivindicaram a manutenção do Conselho Deliberativo com direito à voz e voto.


Outro informe importante tratou da inserção e qualificação dos técnicos-administrativos nos programas de pós-graduação. A Reitoria acolheu a reivindicação apresentada pela categoria e encaminhou a discussão para a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPP).


Está prevista para o dia 1º de julho uma reunião para debater a regulamentação de vagas destinadas aos TAEs nos programas de pós-graduação, além da possibilidade de atuação desses servidores como docentes.


A assembleia também recebeu informes sobre o seminário que discutirá o Programa de Gestão e Desempenho (PGD). A atividade foi organizada pela Reitoria e contará com a participação da PROGEP. O seminário será realizado no dia 23 de junho, às 9h, no Anfiteatro D do Bloco 5-O, em formato híbrido.


Diretamente de Brasília, representantes da categoria relataram as mobilizações realizadas junto à Esplanada dos Ministérios, Casa Civil e Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). As ações tiveram como pauta a defesa dos técnicos-administrativos em educação, a tarifa zero no transporte público, políticas de proteção às mulheres, o fim da escala 6x1 e a cobrança pela regulamentação do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) para aposentados.


Também foram apresentados informes sobre as negociações envolvendo o contrato da Unimed. Segundo os representantes, o sindicato tem acompanhado de perto todas as tratativas para garantir que nenhum servidor fique desassistido durante o processo.


A categoria ainda debateu a possibilidade de retomada das reuniões presenciais dos conselhos universitários, valorizando o espaço de discussão coletiva, mantendo-se exceções para representantes dos campi avançados.


Foram informadas ainda a criação do Grupo de Trabalho do Restaurante Universitário (GT-RU) e do Grupo de Trabalho de Remoção e Redistribuição, além da reabertura do sistema para regularização das declarações do Imposto de Renda. Conforme informado, resta apenas a validação dos dados pela Receita Federal para que os contribuintes, especialmente aposentados, sejam retirados automaticamente da malha fina.


Outro destaque foi a homologação do resultado do processo eleitoral da Comissão Interna de Supervisão da Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação (CIS-UFU), que definiu membros titulares e suplentes para mandato de três anos.


Conjuntura


Na análise de conjuntura, a categoria reconheceu os avanços conquistados nas negociações locais, mas reforçou a necessidade de manter o canal de diálogo aberto e, ao mesmo tempo, seguir pressionando o Governo Federal e o MGI. 


Também foram levantadas reflexões sobre os impactos da continuidade da greve e a necessidade de avaliação permanente dos seus efeitos para a universidade e para a sociedade.


A assembleia elegeu ainda os delegados que representarão a UFU no próximo período do Comando Nacional de Greve. Pela chapa UNIR, foram eleitas como titulares Maria Cristina e Kenia. Os suplentes eleitos foram Alan e Sérgio. Pela chapa LUTAR E RESISTIR, foram eleitas como titulares Erika, Celeste e Gilberta. Os suplentes eleitos foram Mariza e Robson.


Entre os encaminhamentos aprovados, a categoria reforçou a participação no Seminário sobre o Programa de Gestão e Desempenho (PGD), no dia 23 de junho, e no ato unificado pelo fim da escala 6x1, marcado para o dia 30 de junho, às 18h, na Praça Ismene Mendes, antiga Praça Tubal Vilela.








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